De acordo com a análise da tela "Rasgão", 1999, de Regina Sardoeira, a meu ver, podem-se observar pinceladas de dois pólos contraditórios, sendo eles a Vida e a Morte.
A Vida localizada no canto inferior esquerdo da tela apresenta traços de um semi-rosto, eventualmente feminino.
A Morte, ligeiramente centrada na tela, é revestida de uma resplandecência abrangente, uma vez que apresenta uma amplitude personificada de um Sol-Morte-Resplandecente.
Por estas mesmas razões, o respectivo "Rasgão" assume um ponto de destaque, visto que associa-se à passagem da vida para a Morte.
No entanto a "Morte", segundo as pinceladas presentes na tela, não se deixa camuflar pela escuridão, revestindo-se, sim, de resplandecência.
Sintetizando: a oposição destes dois pólos encontra-se inteiramente patente na tela, sendo o "Rasgão" o "Veículo" que conduz à divergência entre a "Vida" e a "Morte".
Mónica Magalhães, Turma 10º H, nº 22
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